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Tipo de operador a usar entre termos de pesquisa (OU, E)

Base bibliográfica - GERAL

Registos: 1 - 10 de um total de 142

Tipo de operador a usar entre termos de pesquisa (OU, E)


Título: Valor acrescentado do trabalhador com (d)eficiência
Autor(es): Instituto do Emprego e Formação Profissional
Publicação: Lisboa : IEFP, 2004
Descrição física: 41 p. : il. ; 22x20 cm
Resumo: [Índice]; 1. Prefácio; 2. Introdução; 3. Trabalhador com deficiência: Vantagem competitiva; 3.1. Vantagens financeiras; 3.2. Conformidade com a Lei; 3.3. Obtenção de contratos; 3.4. Benefícios da manutenção e reconversão; 3.5. Melhores políticas de recrutamento e progressão; 3.6. Consumidores com deficiência; 3.7. Promoção da imagem pública da empresa; 4. Trabalhador com deficiência: Boas práticas e valor acrescentado; 4.1. Acções gerais; 4.2. Acções Específicas; 5. Organismos especializados: Consultoria a custo zero; 5.1. Recrutamento e selecção; 5.2. Apoio na colocação e acompanhamento; 5.3. Informação e Aconselhamento na área da acessibilidade e ajudas técnicas; 5.4 Valor acrescentado para as empresas; 6. Sugestões práticas: Como contratar pessoas com deficiência; Informação adicional; Referencias bibliográficas
ISBN/ISSN: ISBN 972-732-855-5
Assuntos: EMPREGO | EMPREGADOR | BENEFÍCIOS FISCAIS | PORTUGAL
Veja também: INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Localização: T 548 (INR) - 09424
T 548.2 (INR) - 09425
T 548.3 (INR) - 09426
Capa

Título: Um outro olhar : os formandos da ASSOL vistos através dos comentários feitos pelos empresários, formadores e colegas do local de estágio
Autor(es): coordenação de Mário Pereira
Notas: ""Cadernos FORMEM"", Lisboa, (1) 2009, p. 11-35.
Assuntos: FORMAÇÃO PROFISSIONAL | AVALIAÇÃO | EMPREGADOR | ATITUDES | INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL | PORTUGAL
Veja também: PEREIRA, Mário
Localização: R 732 (INR)

Título: Sei trabalhar : guião para empregadores de pessoas com Perturbações do Espectro do Autismo (PEA)
Autor(es): [ed. lit.] Federação Portuguesa de Autismo ; il. André Antunes
Publicação: Lisboa : Federação Portuguesa de Autismo, 2016
Descrição física: 36 p. : il. ; 20 cm
Notas: Projeto cofinanciado pelo programa de financiamento a projetos pelo INR, I.P., 2016
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-96495-4-5
Assuntos: EMPREGADOR | AUTISMO
Veja também: ANTUNES, André | FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AUTISMO
Outros recursos:
MIMI type icon Clique para aceder 
Localização: T 707 (INR) - 12562
Capa

Título: Responsability for change : good practice guide
Autor(es): Transnational Equal Partnership... [et al.]
Publicação: [S.l.] : ed. do A., 2007
Descrição física: 118 p. : il. ; 23x23 cm
Resumo: [Contents]; 1. Introduction; 2. Demand; Introduction; Employer recruitment of disadvantaged groups; Communication, information and awareness; Training employers / Developing tools; Conclusion; Impact of transnational cooperation; 3. Supply; Introduction; Guidance / Careers counselling; Supporting progression; Brokerage; Conclusion; Impact of transnational cooperation; 4. Conclusion; 5. Appendices
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8034-09-0
Assuntos: INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL | EMPREGADOR
Veja também: CUMELLA, Martin | BARBU, Adina | PIANU, Andrea | BARATA, Carlos | GARCIA, Dolores | BOE, Giovanna | MACCIONI, Giovanna | AHMED, Imran | GIL, Jose | AGADA, Kevin | HARPER, Kevin | KOVALTE, Kristina | CHRISTENSEN, Lene | KONG-RAWLINSON, Mable | GONÇALVES, Maria da Graça | BENTHAM, Sheila | ABBOTT, Zoltan | TRANSNATIONAL EQUAL PARTNERSHIP
Localização: T 711 (INR) - 13244
T 711.2 (INR) - 13245
Capa

Título: Responsabilidade social das empresas na área da deficiência : relatório síntese - Fevereiro 2005
Autor(es): RHmais
Publicação: Lisboa : SNRIPD, 2005
Descrição física: 62 p. : gráficos ; 26 cm
Notas: Estudo realizado para o SNRIPD, entre Outubro de 2004 e Janeiro de 2005. - Existe também em cd-rom (MM 044)
Resumo: Índice; - A responsabilidade social da empresa e a promoção da integração das pessoas com deficiência; - Aspectos positivos e negativos para integração das PCD no mercado de trabalho; A integração de PCD: o estado da arte; A visão dos empregadores; O papel do Estado e a questão das quotas; A dualidade entre mecenato e inserção; A questão da eficiência e produtividade das PCD; Não saber o que pedir ou o que dar; O lugar relativo da questão da deficiência na agenda política; A falta de eficiência dos estímulos fiscais em sede de mecenato; A tendência para a troca entre iguais; A falta de notoriedade do conceito de Responsabilidade Social da Empresa e a baixa adesão ao mecenato; A importância do Capital Social dos dirigentes das ONG's; O contexto económico para a intervenção na integração de PCD; Síntese dos aspectos positivos e negativos; - Estratégia global de intervenção a longo prazo; Objectivos estratégicos de longo prazo; O quadro estratégico de intervenção; As áreas estratégicos de intervenção; A estratégia global de intervenção a longo prazo; - Áreas de intervenção; - Intervenção nas áreas prioritárias
Assuntos: POLÍTICA DE REABILITAÇÃO | INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL | RESPONSABILIDADE SOCIAL | EMPREGADOR | ATITUDES | QUOTA OBRIGATÓRIA | LEVANTAMENTO | PORTUGAL
Veja também: RHmais
Localização: T 571 (INR) - 09674
T 571.2 (INR) - 09675
T 571.3 (INR) - 09688

Título: Responsabilidade social das empresas na área da deficiência [recurso electrónico] : relatório síntese
Autor(es): RHmais
Publicação: Lisboa : SNRIPD, 2005
Descrição física: 1 cd-rom.
Notas: Estudo realizado para o SNRIPD, entre Outubro de 2004 e Janeiro de 2005. - Existe também em versão impressa (T 571).
Assuntos: POLÍTICA DE REABILITAÇÃO | INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL | RESPONSABILIDADE SOCIAL | EMPREGADOR | ATITUDES | QUOTA OBRIGATÓRIA | LEVANTAMENTO | PORTUGAL
Veja também: RHmais | Grupo de Reflexão e Apoio para a Cidadania Empresarial
Outros recursos:
MIMI type icon Coloque o Cd na drive e clique AQUI para aceder 
Localização: MM 044 (INR) - 09690

Título: Réaliser l'égalité des chances des personnes handicapées en matière d'emploi par la législation : directives
Autor(es): Bureau International du Travail ; pref. Christine Evans-Klock
Publicação: Genève : BIT, 2007
Descrição física: VI, 94, [4] p. ; 24 cm
Notas: Existe também em inglês com a cota D 469 e em português com a cota T 736. - Contém bibliografia e webgrafia
Resumo: Table des matières; Préface; 1. Objectifs et justification des directives; 1.1. Généralités sur les personnes handicapées; 1.2. Utilisation des directives; 2. Tendances actuelles de la législation en faveur des personnes handicapées; 2.1. Conventions et recommandations de l’OIT; 2.2. L’invalidité en tant que question relevant des droits de l’homme; 2.3. Le principe de non-discrimination; 2.4. L’insertion du handicap dans la législation; 2.5. Le concept de handicap; 2.6. Définition du handicap dans la législation; 2.7. Le principe d’égalité; 2.8. La politique sociale et les mesures positives; 2.9. Handicap et genre; 3. Législation contre la discrimination; 3.1. Le handicap dans la législation; 3.2. Le champ de la législation contre la discrimination; 3.3. Les différentes formes de discrimination; 3.4. Aménagement raisonnable; 3.5. Renverser la charge de la preuve; 4. Les quotas; 4.1. Les systèmes de quotas et de contributions; 4.2. Quota coercitif sans sanction effective; 4.3. Quota non coercotif sous forme de recommandation; 4.4. Améliorer l’efficacité des quotas; 4.4.1. Quelles personnes handicapées doit cibler le régime de quotas?; 4.4.2. Comment identifier les personnes éligibles à l’emploi en vertu du quota?; 4.4.3. Le quota doit-il favoriser en particulier certains handicapés?; 4.4.4. Quota fixe ou quota variable?; 4.4.5. Quel est le bon quota?; 4.4.6. Faut-il inclure les petites et moyennes entreprises?; 4.4.7. Le quota doit-il s’appliquer aux secteurs public et privé?; 4.4.8. Quelles sont les options ouvertes aux employeurs?; 5. Planification de la mise en oeuvre; 5.1. Le rôle de l’information; 5.2. Mesures d’aide à l’emploi; 5.2.1. Fourniture d’un équipement professionnel spécialisé; 5.2.2. Fourniture d’un équipement spécialisé pour les activités quotidiennes; 5.2.3. Fourniture de moyens de transport; 5.2.4. Aide financière; 6. Elaboration de la législation et de la politique; 6.1. Consultation des partenaires sociaux et de la société civile; 6.1.1. Consultation des organisations de personnes handicapées; 6.1.2. Consultation des organisations d’employeurs et de travailleurs; 6.1.3. Consultation des travailleurs et des syndicats; 6.1.4. Consultation des prestataires de services; 6.1.5. Consultation d’autres parties prenantes; 6.2. Le processus de consultation en lui-même; 7. Exécution de la loi; 7.1. La loi dans la pratique; 7.2. Faire valoir ses droits; 7.3. Renforcement des mécanismes judiciaires; 7.4. Institutions administratives d’exécution; 7.4.1. L’institution de l’Ombudsman; 7.4.2. La commission des droits de l’homme, sur l’égalité des chances ou anti-discriminatoire; 7.5. Autres approches; 7.5.1. La conformité au contrat; 8. Résumé des points forts; Références
ISBN/ISSN: ISBN 978-92-2-216427-8
Assuntos: POLÍTICA DE REABILITAÇÃO | DIREITOS HUMANOS | DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA | IGUALDADE DE OPORTUNIDADES | LEGISLAÇÃO | TERMINOLOGIA | QUOTA OBRIGATÓRIA | AJUDAS TÉCNICAS | FINANCIAMENTO | PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA | EMPREGADOR
Veja também: EVANS-KLOCK, Christine | BUREAU INTERNATIONAL DU TRAVAIL
Localização: D 510 (INR) - 11409
Capa

Título: As pequenas e médias empresas e o emprego de pessoas com deficiência
Autor(es): Centro Interdisciplinar de Estudos Económicos ; coord. Luis Centeno...[et. al]
Publicação: Lisboa : Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência, 2001
Descrição física: 34 p. : il, quadros ; 21 cm
Notas: Tít. capa: O emprego das pessoas com deficiência nas pequenas e médias empresas em Portugal
Resumo: [Índice]; Nota prévia; Os obstáculos ao emprego das pessoas com deficiência...; ...são em parte psicológicos e fruto do desconhecimento; O contacto com a realidade da deficiência desvanece receios...; ...e descobre potencialidades; Os factores de empregabilidade nas PME; Das razões pragmáticas de gestão empresarial...; ...à importância de apoios e incentivos financeiros; ...à mediação especializada entre as empresas e as pessoas com deficiência; A preferência pelas políticas activas de reposição da igualdade de oportunidades
ISBN/ISSN: ISBN 972-9301-72-7
Assuntos: ATITUDES | EMPREGO | EMPREGADOR | INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL | PORTUGAL
Veja também: CENTENO, Luís | FERNANDES, Pedro Afonso | PEDROSA, Célia | ABRANTES, Carvalho | COSTA, Ana | GUERREIRO, Carlos | CENTRO INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS ECONÓMICOS | SECRETARIADO NACIONAL PARA A REABILITAÇÃO E INTEGRAÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Localização: FOL 1922 (INR)

Título: Molis - desejável e possível : ensaio sobre um modelo de intervenção social para a integração socioprofissional de pessoas com deficiência
Autor(es): coord. Belarmino Costa ; colab. Luís Roque [et al.]
Publicação: Fafe : Cercifaf, 2005
Descrição física: 227 p. : quadros, gráficos ; 27 cm + 1 cd-rom
Resumo: "A perspectiva de um modelo desejável e possível tem uma convicção profunda de que existirá algures um sitio onde as pessoas se tornam verdadeiramente pessoas e onde a formação adquire um sentido cada vez mais completo. Concebe e desenvolve a teoria de que um percurso de formação individual não se concretiza inteiramente senão quando se estende ao exterior e para lá das fronteiras em que se modela; senão quando descobre que é mesmo capaz e começa a adquirir uma nova imagem de si; senão quando consome ar e vida pela qual tem de lutar ao lado e em competitividade com outros actores. Por outras palavras, na confirmação e emprego das suas competências. A presença desta ideia no modelo é tao forte que afirma ser esta a fase em que o formando aprende a libertar-se das paredes institucionais e dos tutores que o apoiaram, e que o viram crescer para uma nova trajectória em que se arrisca. Neste espaço algo darwinista do labor quotidiano, aquilo que antes era um formando típico, estereotipado, um protótipo pincelado com as cores de um perfil, aprende a defender-se e a organizar-se, ganha ramos como as tenras árvores e estende-se por terrenos de liberdade que antes não ousaria imaginar. Nem ele, nem ela, nem a família, nem os amigos. Provavelmente ninguém que os tenha visto crescer. O nascimento para a verdadeira autonomia estará porventura a gerar-se nesta transmutação da identidade, isto é, do ser-através-dos-outros para o ser-consigo-mesmo, entre os demais. Alguns não o conseguirão, é certo. Nem à primeira tentativa, nem à segunda, talvez só mais tarde ou já tardiamente. Uns tantos não resistem a esta aprendizagem dura, feita de canseiras, de ordens, de olhares desconfiados ou desdém, mas também de energia e manhãs. E assim, como tantos outros humanos, vão trilhando meios caminhos, descrevendo ziguezagues estonteantes até encontrarem ramos de maior segurança e mais conformes às suas escolhas, gostos e concepções de vida, ainda que rudimentares e frágeis. Este é o espaço do trabalho num mercado aberto à aventura. Benvindos ao mundo social. Aqui se estrutura e consolida a aprendizagem integral, neste amplo espaço se forja a cidadania, nele se descobre o valor e se desfruta da verdadeira diferença. Estes são contextos de inserção das pessoas, dos profissionais, das pessoas em sociedade, com ou sem deficiência. É por esta ideia que o modelo se bate e nela reside a sua força inequívoca: de que existirá um lugar na sociedade onde cada pessoa pode e deve afirmar o seu real valor, pessoal e profissional, e cabe às organizações estimular e desenvolver os mecanismos de que o modelo dispõe, para que cada um vá o mais longe que é desejável, e lhe é possível, no seu caminho em direcção à cidadania plena. No modelo que se defende convictamente, neste modelo desejável e possível, não se diz: Por favor abram-me a porta, quero ir à sociedade! Antes, o modelo reafirma o princípio: Abram-se as portas, o nosso lugar é na sociedade".. - [ÍNDICE]; Introdução; I Parte - Fundamentos para a construção do modelo; 1. A construção de modelos; 1.1. O desejável e possível; 1.2. Percepções sobre a construção de um modelo desejável (que é possível); 2. Contribuições para a reflexão sobre um modelo desejável; 2.1. Contributos ético-filosóficos; 2.2. Contributos ecológicos; 2.3. Contributos para a Cidadania…; 3. Sobre o modelo desejável (à beira do possível); 3.1. Perspectivas teóricas nos caminhos da modelização; 3.2. Contrariar a história e refazer as práticas; 3.3. As Organizações na estruturação do modelo; 3.4. A Importância dos Profissionais de Reabilitação; 4. Características vitais do modelo; 4.1. Características gerais; 5. Indicações necessárias; 5.1. Necessidade de consciência crítica (apelo à missão institucional); 5.2. Consciência da necessidade de mudança (ciclos organizacionais); 5.3. Necessidade de práticas de modelização (cultura de projecto); II Parte - Experimentações do modelo; 1. Estudos realizados; 2. Os estudos; 2.1. Follow-up - Estudo 1; 2.2. Atitudes dos Profissionais de Reabilitação - Estudo 2; 2.3. Estudo sabre a Satisfação dos Beneficiários - Estudo 3; 2.4. Satisfação dos Empresários; 2.5. Satisfação das Famílias; 2.6. Satisfação dos Ex-Formandos; 2.7. Outras Experimentações; III Parte - Construção do modelo de intervenção socioprofissional para pessoas com deficiência; 1. Necessidade de um modelo de intervenção no campo da deficiência; 2. Pressupostos do modelo; 2.1. Contextualizar as intervenções; 2.2. Construir as abordagens à Iuz do conhecimento e dos contextos; 2.3. Actualizar a informação e produzir documentação; 3. Exigências do modelo; 3.1. Convicção e determinação (manter viva a utopia); 3.2. Capacidade de realização (incrementar a reengenharia dos processos); 3.3. Inovação e mudança (mudar, agir sobre a mudança, avaliar os resultados); 3.4. Disseminação, difusão e divulgação (plantar ideias e práticas para se arriscar a colher frutos); 4. Vertentes metodológicas do modelo; 4.1. Reflectir sobre a história do trabalho; 4.2. O trabalho como uma via para a emancipação; 5. Metodologias de trabalho e operacionalização de um modelo de intervenção; 5.1. Avaliar, orientar, encaminhar; 6. O Processo de IAOP (Quadro Sinóptico); 6.1. Objectivos centrais das actividades de informação, avaliação e orientação profissional / encaminhamento; 6.2. Formas de intervenção; 6.3. Acolher, potenciar, fazer emergir competências; 7. Formação profissional e emprego; 7.1. Enquadramento da formação profissional; 7.2. Pressupostos para a intervenção no âmbito da formação profissional; 7.3. Contextualização das problemáticas de integração; 7.4. Organização e desenvolvimento da formação; 7.5. A formação no centro; 7.6. A formação em posto de trabalho na empresa; 8. Estratégias para a empregabilidade; 8.1. Investir no acompanhamento e mediação; 8.2. Como operacionalizar a intervenção para a inserção social e profissional?; Conclusões gerais - As organizações na dinâmica do modelo; 1. A dimensão organizacional (espaço de enraizamento dos modelos); 1.1. Espaço de vivências (profissionais, educativas, formativas); 1.2. Cruzamento de trajectórias (plurifacetadas); 1.3. Territórios mistos de razão e emoção (gestão de narrativas em cima do tempo...); 2. A missão organizacional; 2.1. Acção Intra organizacional (visão, organização, tecnicidade, humanismo); 2.2. Acção Inter profissional (os colaboradores, os técnicos e os gestores); 2.3. A governação da casa e da imagem (descontinuidades); 2.4. A pertinência de uma mediação colaborativa e implicante dos dirigentes; 2.5. Avaliação no trabalho da organização; 3. Valores de cooperação (partilha, disseminação, incorporação, construção de conhecimento); 4. Construção de conhecimento (registos sobre as trajectórias; dos actores na sua aventura pelas peliculas territoriais); Bibliografia; Anexos - Fichas de Entidade
ISBN/ISSN: ISBN 972-98452-2-0
Assuntos: INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL | MODELO DE REABILITAÇÃO | FORMAÇÃO PROFISSIONAL | ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL | AVALIAÇÃO PROFISSIONAL | EMPREGADOR | ATITUDES | ACOMPANHAMENTO DE CASOS | TECNICO DE REABILITAÇÃO | HISTÓRIA DA REABILITAÇÃO | REDE SOCIAL | MERCADO DE TRABALHO | PORTUGAL
Títulos relacionados: desejável e possível | ensaio sobre um modelo de intervenção social para a integração socioprofissional de pessoas com deficiência
Veja também: COSTA, Belarmino | VEIGA, Carlos Veloso da | REGUEIRA, Marcelino | ROQUE, Luís | RIBEIRO, José Luís | NOGUEIRA, Graça | CAMPEÃO, Joaquim | CLEMENTE, Vanda | SIMÕES, José | DAVID, Isabel | ABRANTES, Ana | MARQUES, Célia | OLIVEIRA, IOLA | LOPES, Cristina Vieira | MERCA, Carla | MOREIRA, Rosa
Localização: T 579 (INR) - 09809
T 579.2 (INR) - 12977
T 579.3 (INR) - 13002
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Título: Marca entidade empregadora inclusiva 2023
Autor(es): Instituto do Emprego e Formação Profissional ; introd. Domingos Lopes
Publicação: [S.l.] : IEFP, 2023
Descrição física: 123 p. : il., gráficos, quadros ; 30 cm
Resumo: A Marca Entidade Empregadora Inclusiva visa reconhecer e distinguir práticas de gestão abertas e inclusivas, desenvolvidas pelas entidades empregadoras relativamente às pessoas com deficiência. A Marca é atribuída aos empregadores que contribuam para a implementação de um mercado de trabalho inclusivo e se distingam, por práticas de referência, nos dois anos anteriores ao da candidatura. [autor]
Assuntos: CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO | EMPREGO APOIADO | EMPREGO COMPETITIVO | EMPREGADOR | INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL | PORTUGAL
Veja também: LOPES, Domingos | INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Localização: RE 1413 (INR) - 13215
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