Ir para o conteúdo principal
Banner

Filtros de pesquisa
delete
Depois de alterar os parâmetros, prima em Pesquisar para refazer a página
info
Tipo de operador a usar entre termos de pesquisa (OU, E)

Base bibliográfica - GERAL

Registos: 1 - 10 de um total de 15

Tipo de operador a usar entre termos de pesquisa (OU, E)


Título: Social representations of sexual assistance services for people with physical disabilities in the context of Portugal
Autor(es): Ana R. Pinho... [et al.]
Notas: Vencedora do Prémio Ciências Sociais e Humanas para a Inclusão, 2025
Publicado em: In: International Journal of Sexual Health. - London, jul. 2025. - vol. 37, n.º 3, p. 411–425
Assuntos: SEXUALIDADE | DEFICIÊNCIA | SAÚDE | PRÉMIO CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS
Veja também: PINHO, Ana R. | CARVALHAES, Sara | RODRIGUES, Liliana | PEIXOTO, Maria Manuela | OLIVEIRA, João Manuel de | NOGUEIRA, Conceição
Outros recursos:
MIMI type icon Clique para aceder 
Localização: DE 102 (INR) A.2025, V.37, N.3

Título: Saindo da violência
Autor(es): WAVE ; trad. AMCV
Publicação: Viena : AMCV, 2004
Descrição física: 120 p. : [doc. eletrónico]
Resumo: Índice; 1. Introdução; 1.1. Breve panorâmica dos diversos estatutos dos refúgios na Europa; 1.2. Como foi compilado este manual; 1.3. Finalidade do manual e grupos-alvo; 2. Violência contra as mulheres e crianças abordagem teórica; 2.1. As causas da violência contra as mulheres; 2.2. Actos de violência contra as mulheres constituem uma violação dos direitos humanos; 2.3. Números da violência contra as mulheres; 2.4. Formas, padrões e impacto da violência contra as mulheres; 2.5. Implicações para os Serviços e para os Refúgios para mulheres; 3. Objectivos e princípios; 3.1. Objectivos de um Refúgio para mulheres; 3.2. Para quem são os Refúgios? População alvo; 3.3. Princípios de um Refúgio para mulheres; 4. Criação e financiamento dos Refúgios; 4.1. Criação de um Refúgio para mulheres; 4.2. Planeamento das divisões; 4.3. Financiamento de um Refúgio para mulheres; 5. Serviços para mulheres e crianças; 5.1. Serviços para mulheres; 5.2. Serviços para as crianças; Boas-práticas: Princípios básicos para o trabalho com crianças (Artemis 2001); 5.4. Handout (Cusick 1998); 6. A gestão, o pessoal e a administração financeira; 6.1. Gestão e organização; 6.2. Equipa técnica e gestão/organização interna; 6.3. Planeamento financeiro; 7. Segurança; 7.1. Precauções técnicas; 7.2. Anonimato e confidencialidade da morada; 7.3. Protecção policial - Plano de segurança policial; 7.4. Planos de segurança pessoal e avaliação do risco; 7.5. Plano de segurança do Refúgio; 7.6. Defesa pessoal; 7.7. Prevenção de incêndios e outras medidas de precaução; 8. A vida em comunidade no Refúgio; 8.1. Linhas orientadoras dos Refúgios - Direitos e responsabilidades; 8.2. Meios de participação; 8.3. Factores adicionais da vida em comunidade no Refúgio; 9. Relações públicas e sensibilização; 9.1. Dar informação sobre os Refúgios; 9.2. Sensibilizando para o problema; 9.3. Campanhas e outras actividades para marcar ocasiões especiais; 9.4. Conferências, Seminários, Reuniões consultivas; 10. Trabalho em rede e articulação; 10.1. O papel dos Refúgios para mulheres no trabalho em rede e na articulação; 10.2. Formas de promover o trabalho em rede e a articulação; 10.3. Grupos-alvo para o trabalho em rede e a articulação; 10.4. Construindo relações de respeito e de colaboração; 11. Gestão da qualidade, documentação e avaliação; 11.1. Gestão de qualidade; 11.2. Documentação; 11.3. Avaliação; 12. Necessidades sociais adicionais, recomendações; 12.1. Linhas de apoio 24h; 12.2. Acompanhamento individual e apoio a não-residentes; 12.3. Apoio e terapia a longo prazo; 12.4. Apoio e protecção para crianças; 12.5. Guarda da criança e direitos de visita de pais violentos; 12.6. Mulheres migrantes e protecção da violência; 12.7. Mulheres com deficiência; 12.8. Desadequação das terapias inter-pessoais e familiar e mediação em relações violentas; 12.9. Trabalho com os agressores; 12.10. Assistência legal e protecção contra a violência; 12.11. Programas de intervenção; 12.12. A acusação da violência doméstica; 12.13. Directrizes para o trabalho dos Procuradores Oficiais do estado e departamentos especializados do Tribunal; 12.14. Assistência e apoio às vítimas; 12.15. Apoio financeiro e alojamento; 12.16. Qualificações e trabalho para mulheres; 12.17. Relações públicas e prevenção; 12.18. Prevenção/Programas de sensibilização em escolas e em centros de jovens; 12.19. A formação contínua como parte integrante no treino dos profissionais; 12.20. Medidas de igualdade; 12.21. Plano Nacional de Acção - Implementação garantida com a participação de ONG’s de mulheres; 12.22. Não perder de vista os objectivos; Plano de Segurança; Glossário; Bibliografia
Assuntos: VIOLÊNCIA | PESSOA COM DEFICIÊNCIA | VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA
Veja também: WOMEN AGAINST VIOLENCE EUROPE. (WAVE) | ASSOCIAÇÃO DE MULHERES CONTRA A VIOLÊNCIA. (AMCV)
Outros recursos:
MIMI type icon Clique para aceder 
Localização: DE 108 (INR)
Capa

Título: Responsability for change : good practice guide
Autor(es): Transnational Equal Partnership... [et al.]
Publicação: [S.l.] : ed. do A., 2007
Descrição física: 118 p. : il. ; 23x23 cm
Resumo: [Contents]; 1. Introduction; 2. Demand; Introduction; Employer recruitment of disadvantaged groups; Communication, information and awareness; Training employers / Developing tools; Conclusion; Impact of transnational cooperation; 3. Supply; Introduction; Guidance / Careers counselling; Supporting progression; Brokerage; Conclusion; Impact of transnational cooperation; 4. Conclusion; 5. Appendices
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-8034-09-0
Assuntos: INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL | EMPREGADOR
Veja também: CUMELLA, Martin | BARBU, Adina | PIANU, Andrea | BARATA, Carlos | GARCIA, Dolores | BOE, Giovanna | MACCIONI, Giovanna | AHMED, Imran | GIL, Jose | AGADA, Kevin | HARPER, Kevin | KOVALTE, Kristina | CHRISTENSEN, Lene | KONG-RAWLINSON, Mable | GONÇALVES, Maria da Graça | BENTHAM, Sheila | ABBOTT, Zoltan | TRANSNATIONAL EQUAL PARTNERSHIP
Localização: T 711 (INR) - 13244
T 711.2 (INR) - 13245
Capa

Título: Recomendações da OMS para atividade física e comportamento sedentário : resumo
Autor(es): Organização Mundial da Saúde ; trad. Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física. Direção Geral da Saúde
Publicação: [Lisboa] : PNPAF, [2021]
Descrição física: 24 p. : il. ; [doc. eletrónico]
Resumo: Conteúdos; Agradecimentos; Mensagens principais; Introdução; Âmbito de aplicação; População alvo; Processo de desenvolvimento; Recomendações; -Crianças e adolescentes (5 a 17 anos); -Adultos (18 a 64 anos); -Idosos (65 anos ou mais); -Mulheres grávidas e no pós parto; -Adultos e idosos com doenças crónicas (18 anos ou mais); -Crianças e adolescentes (5-17 anos) com deficiência; -Adultos (18 anos ou mais) com deficiência; Lacunas na evidência; Adoção e disseminação; Das recomendações à ação; Implicações na vigilância; Referências
ISBN/ISSN: ISBN 978-65-00-15021-6
Assuntos: ACTIVIDADE FÍSICA | PREVENÇÃO | COMPORTAMENTO | OMS
Veja também: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE | DIREÇÃO GERAL DA SAÚDE. Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física
Outros recursos:
MIMI type icon Clique para aceder 
MIMI type icon Clique para aceder 
Localização: DE 107 (INR)
Capa

Título: Para lá dos silenciamentos sofrimento mental, integralidade e (im)possibilidades de uma ecologia de cuidados
Autor(es): Cláudia Inês de Carvalho Silva Nogueira ; orient. Pedro Manuel Teixeira Botelho Hespanha
Publicação: Coimbra : FE-UC, 2023
Descrição física: 433 p. : quadros ; [doc. eletrónico]
Notas: Menção Honrosa do Prémio Ciências Sociais e Humanas para a Inclusão, 2025
Contém: Tese apresentada à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, em 2023, para obtenção do grau de Doutor em Sociologia, sob a orientação do Professor Doutor Pedro Manuel Teixeira Botelho Hespanha
Resumo: Sumário; Introdução; Parte I - Desconstruindo a hegemonia biomédica, (re)descobrindo a conceção de integralidade; Capítulo 1 - Das cosmovisões médicas ancestrais ao reducionismo biomédico; 1. Filhas/os do cosmos: o lugar (da totalidade) onde medicinas ancestrais e ciência moderna se cruzam; 2. Dos paradoxos da construção identitária da biomedicina: a herança integralista hipocrática; 3. Dissociar para “curar”: a revolução científica moderna e a rutura com a visão médica naturalista e totalizante; 3.1. Reducionismo biomédico e sofrimento mental; Capítulo 2 - Das razões do privilégio epistémico da biomedicina: desconstruindo a metanarrativa; 1. A ligação umbilical à ciência moderna e à sua trajetória de colonização; 2. O nascimento da clínica, a cumplicidade com os ideais modernos e a conquista do poder normativo; 3. A eficácia comparativa da biomedicina e sua articulação com o capitalismo; 4. Movimento profissional biomédico e estratégias de dominação; Capítulo 3 - Para lá da hegemonia biomédica: “outros” modos de olhar e cuidar o/do sofrimento mental são (sim) possíveis; 1. Construindo um objeto de pesquisa (I): contributos teóricos; 1.1. O ideal da integralidade no horizonte da transição paradigmática; 1.1.1. A ética do cuidado como expressão superior da integralidade; 1.2. Superar reducionismos, superando exclusivismos: contributos da sociologia das ausências e ecologia de saberes; 1.3. Das vozes que contam: a diversidade epistemológica a partir do laboratório fenomenológico da experiência; 2. Construindo um objeto de pesquisa (II): indagações, objetivos, contexto(s) e aspetos metodológicos; 2.1. Indagações e objetivos da pesquisa; 2.2. Contexto(s) da pesquisa; 2.3. Aspetos metodológicos: participantes, recolha/análise e dimensão ética; Parte II - Incitando as vozes silenciadas, indagando as possibilidades de uma ecologia de cuidados; Capítulo 4 - Das histórias (comuns) de sofrimento: silenciamento(s), biomedicalização e (sobre)vivência psiquiátrica; 1. O sofrimento silenciado que se torna “ruído ensurdecedor”; 2. Resgatando a subjetividade do sofrimento: as explicações e o ímpeto de as partilhar; 2.1. Os acontecimentos difíceis da vida; 2.2. As histórias comuns de violência e trauma; 2.3. Os elementos espirituais e paranormais; 2.4. As (raras) explicações biológicas (e reflexões decorrentes); 3. As reações iniciais e a família como contexto emergente (e solitário) de cuidado; 4. Das reduzidas (e reducionistas) possibilidades de cuidado; 4.1. Entre o/a médico/a de família e o consultório privado de psiquiatria; 4.2. A (in)evitabilidade da patologização (e do estigma), a centralidade do hospital e as histórias de (sobre)vivência psiquiátrica; 4.3. Sobre quem fica e quem sai: (im)possibilidades de (re)construção das trajetórias para lá da instituição hospitalar; Notas finais: Capítulo 4; Capítulo 5 - Brechas que se abrem nos “muros” da (bio)psiquiatria: a equipa y e o compromisso com o cuidado na comunidade; 1. A pesquisa: breves notas sobre o trabalho de campo; 2. Equipa Y: elementos de caracterização; 2.1. Área sociogeográfica de atuação; 2.2. Constituição e dinâmicas de organização; 2.3. O espírito de compromisso com a filosofia de cuidados comunitários; 3. A Equipa Y no contexto de um Centro de Saúde; 3.1. (Des)integração e (i)lógicas organizativas; 3.2. O valor da(s) proximidade(s) e o (autêntico) cuidado como prática contra hegemónica; 3.3. A escassez de recursos e a (in)evitável biomedicalização do sofrimento; 4. A Equipa Y no contexto dos cuidados domiciliários; 4.1. A imersão na comunidade: contornos de uma realidade complexa; 4.2. Potencialidades, limites e desafios da intervenção: uma equipa em trânsito (paradigmático?); 5. Dos “muros” (in)transponíveis do modelo biomédico/hospitalar; 5.1. A “verdade” biomédica e os diálogos por concretizar: limites à integralidade e à cidadania no cuidado; 5.2. Resistências, incongruências e paradoxos institucionais/políticos; Notas finais: Capítulo 5; Capítulo 6 - Epistemologias e práticas “outras” de cuidado no preenchimento das ausências e reescrita das narrativas; 1. Entre querer e poder: (im)possibilidades no acesso à diversidade de saberes/práticas de cuidado; 2. Narrativas emergentes em rutura com a monocultura biomédica; 2.1. Saberes populares: a experiência com uma “benzedeira”; 2.2. Naturopatia; 2.3. A prática de Yoga; 2.4. Arteterapia; 2.5. Grupo de Auto-Ajuda/Ajuda-Mútua; 2.6. Hipnoterapia; 3. Da particular relevância das práticas espirituais. Ou: quando o invisível aos olhos dessacraliza o poder biomédico; 3.1. Espiritualidade e saúde: um breve enquadramento; 3.2. A dimensão espiritual nas trajetórias em estudo: um olhar geral; 3.3. Possibilidades (extrafísicas) num Centro Espírita: um olhar sobre casos particulares; Notas finais: Capítulo 6; Considerações finais; Referências bibliográficas; Apêndices
Assuntos: SAÚDE MENTAL | EQUIPA DE REABILITAÇÃO | PRÉMIO CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS
Veja também: NOGUEIRA, Cláudia Inês de Carvalho Silva | HESPANHA, Pedro Manuel Teixeira Botelho | UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Faculdade de Economia
Outros recursos:
MIMI type icon Clique para aceder 
Localização: DE 100 (INR)
Capa

Título: Pace : recovery ao nosso ritmo
Autor(es): Daniel Fisher, Laurie Ahern ; trad. Centro de Empowerment e Ajuda Mútua
Publicação: [S.l.] : NEC, [s.d.]
Descrição física: 31 p. : il. ; 30 cm
Resumo: Índice; Sobre os autores; Como o suporte personalizado na vida comunitária facilita o recovery das pessoas com doença mental; Princípios do PACE; Os resultados da pesquisa do NEC sobre como as pessoas recuperam da doença mental; 30 anos de investigação; O PACE é baseado num modelo de empowerment do recovery; O que dizem às pessoas quando elas são diagnosticadas com doença mental; Como é que o modelo médico e o de reabilitação continuam a segregar as pessoas rotuladas com doença mental; PACE: Abordagem baseada no empowerment; Comparação do sistema de saúde mental tradicional vs. PACE; Exemplos da abordagem PACE; Um conto de dois rapazes; Os valores do PACE pelos quais eu me guio; O plano de recovery, segundo o PACE; Questões frequentes sobre o PACE e o recovery; Bibliografia
Assuntos: DOENÇA MENTAL | SAÚDE MENTAL | MODELO DE REABILITAÇÃO
Veja também: FISHER, Daniel | AHERN, Laurie | CENTRO DE EMPOWERMENT E AJUDA MÚTUA | NATIONAL EMPOWERMENT CENTER
Localização: RE 1420 (INR) - 13249
Capa

Título: Nothing about us without us : report 2014-2015
Autor(es): European Disability Forum ; coord. Lila Sylviti
Publicação: Bruxelas : EDF, [s.d.]
Descrição física: 55 p. : il. ; 24 cm + Contém PEN
Resumo: Table of contentes; Who we are; Our values; Our structure; Our members; Our executive & board committee; Our secretariat; Our work; A word from the presidente; UN convention; Non-discrimination; Freedom of movement; Transport; Economic crisis; EU funds; Employment & social policies; European Parliament; European elections 2014; E-accessibility; Standards; Research; Women with disabilities; Persons requiring more intensive support; Youth & children with disabilities; Capacity building; International; Our partners & close collaborators; Easy-to-read
Assuntos: DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA | IGUALDADE DE OPORTUNIDADES | POLÍTICA SOCIAL | INCLUSÃO SOCIAL | UE
Veja também: SYLVITI, Lila | EUROPEAN DISABILITY FORUM
Localização: D 642 (INR) - 13246
Capa

Título: O mundo que pintamos
Autor(es): Boa Vontade Residência Adaptada ; Rita Pereira ; il. Ana Gabriela
Publicação: Braga : Betweien, 2026
Descrição física: 35 p. : il., multiformato ; 21x21 cm
Notas: Cofinanciado pelo programa de financiamento a projetos do INR, I.P.. - Livro multiformato, com QRcode para audiolivro e LGP
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-9129-90-0
Assuntos: LITERATURA INFANTIL | COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA | CRIANÇA DEFICIENTE | DEFICIÊNCIA MOTORA
Veja também: PEREIRA, Rita | GABRIELA, Ana | BOA VONTADE RESIDÊNCIA ADAPTADA
Localização: CRI 0128 (INR) - 13243
Capa

Título: Guia para os pais sobre implantes cocleares
Autor(es): Cochlear
Publicação: [S.l.] : Cochlear, [s.d.]
Descrição física: 29 p. : il. ; 30 cm
Resumo: Índice; Começar a viagem...; -Um caminho comprovado para ouvir; -Quanto mais cedo o seu filho começar, melhor; -Como funciona a audição normal; Mais informações sobre a perda auditiva; -Perda auditiva sensório-neural; O que é um implante coclear?; -Como funciona um implante coclear; -Será um implante coclear adequado para o meu filho?; -Benefícios para o seu filho; Fazer um implante coclear; -Encaminhamento para uma clínica com um programa de implantes cocleares; -Avaliação da possibilidade do seu filho fazer um implante coclear; -Cirurgia de implante coclear; -Programação do processador de som e audição dos primeiros sons; -Regulação precisa e reabilitação; Consideração adicional; -Implantes bilaterais; Mais leitura
Assuntos: DEFICIÊNCIA AUDITIVA | SURDO | PRODUTOS DE APOIO | IMPLANTE COCLEAR | REABILITAÇÃO
Veja também: COCHLEAR
Localização: RE 1419 (INR) - 13247
Capa

Título: Focus on article 19 of the UN Convention on the rights of persons with disabilities : focus report 2009
Autor(es): Ines Bulić, Camilla Parker
Publicação: London : ECCL, 2009
Descrição física: 40 p. ; 30 cm
Resumo: Table of contentes; Introduction by Ines Bulić; The Right to Live in the Community: ECCL Briefing on Article 19 of the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities; It has been a long time coming by John Evans; An overview of article 19 of the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities by Camilla Parker; Challenges in realising the right to live in the community by Gerard Quinn and Michael Stein; We want equal, not special treatment! An interview with Elena Pečarić, the chair of YHD - Association for the Theory and Culture of Handicap, Slovenia
Assuntos: CONVENÇÃO | PESSOA COM DEFICIÊNCIA | IGUALDADE DE OPORTUNIDADES | LEGISLAÇÃO
Veja também: BULIĆ, Ines | PARKER, Camilla | EUROPEAN COALITION FOR COMMUNITY LIVING
Localização: D 643 (INR) - 13248
Capa